Em um dia marcado por uma das mais delicadas crises institucionais envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF), o senador e candidato ao Governo da Paraíba, Efraim Filho (PL-PB), reafirmou sua posição e lembrou que foi o único senador paraibano a assinar o pedido de impeachment do ministro Alexandre de Moraes. A senadora Daniella Ribeiro (PP) mãe do atual governador Lucas Ribeiro, e o senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB) não assinaram.
Para Efraim, o momento exige coragem, independência e respeito à Constituição. O senador sustenta que nenhuma autoridade pode estar acima das instituições e que questionar decisões ou cobrar investigação não significa atacar a democracia, mas fortalecer o Estado de Direito. O senador é direto ao defender um STF mais técnico e menos envolvido em disputas políticas: “Instituições precisam estar acima de interesses políticos. O Supremo Tribunal Federal é para ser um órgão técnico, não um órgão político”, ressaltou Efraim.
Em meio à polarização nacional, Efraim faz questão de deixar claro que não pretende esconder suas convicções. Para o candidato ao Governo da Paraíba, respeitar as instituições não significa aceitar tudo calado. Significa exigir que elas cumpram seus limites constitucionais, sejam transparentes e estejam submetidas à fiscalização. “Não se trata de atacar instituições. É justamente o contrário: instituições fortes precisam ser respeitadas, mas também precisam respeitar a Constituição e a sociedade”, defende.
Ao recordar que foi o único senador da Paraíba a tomar essa posição, Efraim reforça uma mensagem que pretende levar também para a disputa estadual: a de que tem lado, tem posicionamento e não abre mão das suas convicções quando acredita que princípios fundamentais estão em jogo. “Efraim tem um lado e é o lado da Constituição”, declara complementando que “democracia não combina com poder absoluto, combina com liberdade, equilíbrio entre os Poderes, responsabilidade e lei valendo para todos”.
A posição é coerente com o discurso que Efraim vem adotando no Senado: defesa da liberdade, da segurança jurídica, da independência entre os Poderes e da responsabilização de autoridades quando houver suspeitas que precisem ser esclarecidas.










